VIDAS PASSADAS
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   Leis de Retorno e Recorrência: O retorno a este mundo, atualmente, é imediato, em razão do robustecimento do ego animal, que leva a nossa essência ao acondicionamento pelo eu pluralizado. O ego, pode submergir dentro do reino mineral, nos mundos infernos, para retornar, de forma imediata ou mediata, num novo organismo. O retorno do ego se dá na mesma família, para continuar na semente de nossos descendentes. Este retorno se dá incessantemente, para repetirmos sempre mesmo filme, com os mesmos dramas, as mesmas tragédias, etc. Nem todos os eus que criamos em vida, retornam após a nossa morte, pois muitos deles se perdem, submergem dentro do reino mineral, ou continuam reincorporando-se em organismos animais, se aderem a determinados lugares, etc. Cada um de nós é o resultado de nossa existência anterior, da qual temos 108, em cada volta da roda do Sansara, que dá 3.000 voltas no transcorrer de vários Dias Cósmicos. Se não trabalharmos intensivamente com os Três Fatores de Revolução da Consciência, estaremos perdendo o tempo miseravelmente. Se trabalharmos na eliminação dos elementos indesejáveis, que em nosso interior carregamos, podemos fazer de nossa existência uma ponte para paz.

     Ao morrermos regressamos ao princípio de uma nova existência, com a possibilidade de repetir o mesmo filme outra vez no cenário de uma nova existência, pois a nossa existência é um filme. Uma vez concluída a projeção, ao longo de uma existência, enrolamos a fita em seu carretel e a levamos para o julgamento final, junto ao Tribunal da Leia Divina. Ao rebobinar o filme vemos, lentamente, de trás para frente, as cenas, onde vivenciamos todos os atos de nossa existência que acabou de passar, um a um, até se chegar até ao começo da fita, que será o ponto de partida de uma nova existência que mecanicamente vai recorrer brevemente. Ao reingressamos em uma nova existência, retornarmos ao princípio da existência neste Vale de Lagrimas ganhamos um corpinho novo em folha, presenteado pela natureza, para projetarmos sobre a tela da existência o mesmo filme. Ao retornar, os três por cento de essência livre que temos impregnam totalmente o ovo fecundado, nascemos na mesma família, continuamos na semente de nossos descendentes e tudo volta a ocorrer tal como na existência anterior, mais a consequência de nossas ações precedentes. Assim se processa a dinâmica da mecânica da Lei da Recorrência, onde através de milhares de anos do Mahanvantara renascemos para reviver os mesmos dramas, comédias e tragédias. A nossa existência de exaustiva repetição, de atos recorrentes de acontecimentos que nunca se modificam, devido ao nosso ego, composto de eus, que em nosso interior carregamos que vêm de antigas existências, que são verdadeiros atores de todas as cenas repetitivas. Portanto, se trabalharmos intensivamente na desintegração do ego, colocaremos um ponto final na mecânica da repetição de todas as coisas: com a desintegração dos eus da ira, coloca-se um fim nas cenas trágicas da violência; com a morte dos eus da cobiça, os problemas da mesma finalizarão; se eliminarmos os eus da luxúria, as cenas luxuriosas de sexualidade desenfreada acabam; ao dissolvermos os personagens secretos da inveja, dissolvem-se também as cenas da mesma; com a desintegração dos eus do orgulho, da vaidade, da presunção, da auto importância, coloca-se fim nas cenas ridículas que estes defeitos apresentam; ao eliminarmos de nossa psique os fatores da preguiça, da inércia e da indolência, as cenas que tais defeitos apresentam não se repetem por falta destes atores; com a morte dos eus da gula, dos eus gastronômicos da glutonaria, coloca-se fim nos banquetes, nas festanças, nas bebedeiras, etc. 

     Toda alma, com a consciência em construção, que ainda não a despertou em 100%, fica sujeita às leis do retorno e da recorrência. Toda alma que desperta a sua consciência em 100%, se livra das leis de retorno e da recorrência e se conecta à lei da reencarnação. Conforme nos ensinou o V.M. Samael a reencarnação só é possível para quem criou o Embrião Áureo, se divinizou, criou seus Corpos Existenciais do Ser, despertou a consciência e está com esta consciência em um grau elevado de despertamento. Quando uma determinada alma vai à ressurreição, já desperta a sua consciência em 100%, livra-se também da reencarnação, da Roda do Sansara. Daí ela não precisa mais voltar a este vale de lagrimas, porque transcendeu toda lei, conheceu a verdade, libertou-se. Entretanto há aquelas almas revolucionárias que decidem voltar ao Vale de Lágrimas, após haver libertado da Roda do Sansara. Estas não precisam mais trabalhar para si e sim o fazem pela humanidade. Então estas almas libertas conquistam o direito de reencarnarem, de serem regidas pela lei da reencarnação e não mais pela lei de retorno. Toda alma que adquiriu o direito à reencarnação, se persistir na senda do caminho reto, chegará à ressurreição por mérito e não precisa reencarnar mais pois já possui um corpo imortal para todo sempre! A reencarnação põe fim ao retorno e a ressurreição mata a reencarnação. Na lei do retorno nossa alma possuirá corpos físicos, que ficam sujeitos ao tempo. Pela lei da reencarnação, nossa alma possuirá corpos eletrônicos, que estão sujeitos à eternidade (além do tempo). E pela ressurreição nossa alma se prepara para o viver no Absoluto, que vai muito além da eternidade. Devemos salientar que, no Universo Relativo, a palavra eternidade expressa e está sujeita ainda a lei do tempo. E o no Universo Absoluto já não mais há a eternidade, pois ali tudo está livre das leis. Portanto, fora da lei do tempo.


     Leis de Involução e Evolução: Ao sair do Absoluto, após o Pralaya que sucedeu o Mahamvantar de Pádma ou de Lótus, no amanhecer do nosso atual Mahamvantara ou Grande Dia Cósmico atual, foram atribuídos 324.000 ciclos de evolução/involução como ser humano a cada um de nós. Esta quantidade enorme de ciclos evolutivos e involutivos não aperfeiçoa ninguém, pois é mecânico. Se nos aperfeiçoasse não haveria necessidade de evolucionar e involucionar incessantemente, por esta enorme quantidade de vezes na Roda. Também a humanidade não estaria neste estado caótico em que se encontra. Pois a nossa mônada advinda do Absoluto, se desmembra em subpartículas e lança a nossa essência no universo relativo, neste vale de Lágrimas, onde ficamos presos, aderidos à roda do Samsara, ao longo de suas 3.000 voltas. Entramos na roda pele sua parte inferior, precisamente sendo um elemental do reino mineral. Ao ganharmos experiência ali, adquirimos o direito de movimentarmos na roda até o reino vegetal, passamos pelo reino animal e vamos até o reino humano, onde nascemos e morremos por 108, até completar a parte evolutiva da roda, par em seguida involucionarmos pelo outro lado da Roda. 

     O Absoluto se constitui no local de onde advém as Mônadas para animar a criação, mundos, seres da natureza, que abrangem os 4 reinos: mineral, vegetal, animal e humano. Há leis regulam os processos evolutivos e involutivos da criação nos planetas. Toda a criação, mundos e galáxias, provém do que Universo Absoluto. O Absoluto como o ponto de origem e retorno de toda a criação, algo que está além do bem e do mal e onde reina a legítima felicidade e harmonia divinas. A Mônada ejeta subpartículas, ao sair do Absoluto, para experimentar as várias dimensões ou regiões da natureza. Estas dimensões são mundos paralelos que se penetram e compenetram sem se confundirem. Cada dimensão é governada por determinado número de leis. Quanto mais leis regem uma dimensão mais complicada é a existência nessas regiões. As Mônadas saem do Absoluto para terem consciência das dimensões e de sua própria felicidade. A isto chamamos de Auto Realização Íntima do Ser. Mônada é o nome dado por Leibniz, ao elemento primordial da vida, é o mesmo que Ser, Real Ser ou Pai. Cada um de nós tem seu próprio Real Ser ou Pai, que é o nosso Deus ou Mestre individual e é o que realmente somos. O Real Ser envia através das dimensões sua essência ou alma para que ela faça o trabalho que lhe corresponde, o trabalho da Auto Realização Íntima do Ser. Nós aqui no mundo físico somos a essência, somos uma das partes divinas de nosso Ser e nos expressamos através do veículo físico. Nosso Real Ser nos impulsiona para que cheguemos a obter o conhecimento necessário para a Auto Realização, para fazer o nosso trabalho, para buscar algo superior. Por isso que há algo que não vemos e nem entendemos direito, mas simplesmente temos uma vontade quase irresistível de buscar algo superior. É o Real Ser de cada um que impulsiona sua essência a trabalhar. O problema é que nos esquecemos disso porque estamos com a consciência muito adormecida, estamos fascinados pelas coisas passageiras e ilusórias deste mundo, e não fazemos a vontade de nosso Pai. O resultado é que criamos e alimentamos o terrível ego, e este por sua vez nos afasta do Pai cada vez mais. O resultado é dor, ignorância, miséria e sofrimento. Ao contrário quando fazemos a vontade do Pai tudo caminha harmoniosamente. Este é o grande dilema filosófico do “Ser - o Pai ou não ser - o Ego”. Esta escolha a fazemos a cada momento perante cada situação. “Farei isto agora. Mas estarei fazendo a vontade do Pai ou satisfazendo ao ego?” Devemos sempre questionar a nós mesmos em cada situação. Sempre devemos nos esforçar para fazer a vontade do Pai. No entanto isso só é possível eliminando o ego através da morte mística. O ego é um obstáculo entre nós e o nosso Real Ser. 

     A cada pessoa são concedidas 108 existências para que faça seu trabalho. Isto está simbolizado nas 108 contas do colar do Buda e nas 108 voltas que dão, em torno da Vaca Sagrada, na Índia. Se nessas 108 existências não nos autorrealizarmos, entramos no processo de involução. Então passamos a fazer o caminho inverso. Entramos pelo reino animal e vamos involuindo até o reino mineral. A involução é um processo necessário para que o ego, que criamos e alimentamos, seja dissolvido nas infradimensões da natureza. É um processo extremamente lento e doloroso. Quanto mais forte está o ego da pessoa mais tempo levará para ser desintegrado. Para as pessoas em geral, os mestres dizem que leva de 800 a 1000 anos este processo de involução nas infradimensões. As infradimensões da natureza são regiões que são governadas por um número bem maior de leis, chegando a 864 leis; por isso a vida nessas regiões é extremamente dolorosa e difícil. Essas infradimensões estão relatadas de forma simbólica no livro “A Divina Comédia” de Dante Alighieri. É o que conhecemos por inferno. Ao terminar a involução no reino mineral o ego é desintegrado. Esta é a segunda morte citada na Bíblia. Com isso a Roda do Samsara completou uma volta. Samsara significa “vale de lágrimas”. Mais 108 existências terá a essência para que faça seu trabalho de Auto Realização. Porém, a roda do Samsara gira 3.000 vezes para cada essência. Após o último giro todas as portas estarão fechadas para essa essência. O Pai então recolherá sua essência que retornará inconsciente para o Absoluto. Concluímos então que temos 108 x 3.000= 324000 existências para fazer nosso trabalho. O problema é que somos muito antigos, passamos muitas vezes pelos processos involutivos e evolutivos, e não sabemos quantas existências nos restam ainda. Afortunadamente podemos desintegrar o ego aqui e agora e escapar do processo involutivo. Este é o trabalho com Primeiro Fator, a base para a Auto Realização Íntima do Ser. A escolha é de cada um: desintegramos o ego voluntariamente e seguimos em direção ao Pai e a sabedoria, ou então entramos no processo involutivo até a segunda morte.


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